Reverenciado pelo antigos astecas, o amaranto se tornou uma semente esquecida por muitas gerações. O interesse pelo grão se reacendeu na década de 1970, devido ao reconhecimento de suas ótimas propriedades nutricionais e de seu sabor delicioso. Hoje, ele é comercialmente cultivado em toda a América do sul, Sudeste Asiático e nos Estados Unidos, e apreciado no mundo todo.

Informação nutricional

As sementes de amaranto contêm carboidratos, proteínas, vitaminas do complexo B, folato, fósforo, cálcio, magnésio e potássio . Elas também possuem maior quantidade de proteína do que a maioria dos grãos e são particularmente ricas em aminoácidos e lisina (em geral quase nunca presente em grãos). Uma porção de amaranto contém mais cálcio do que um copo de leite e fornece quase o dobro de ferro do que o trigo, além de ser uma fonte e exclente de fibras.

Benefícios para a saúde

O amaranto é uma ótima fonte de tocotrienóis (tipo de vitamina E), que comprovadamente diminuem os níveis de colesterol no sangue. Além disso, contem óleo poliinsaturado, benéfico ao coração, encontrado principalmente no germe de semente. É um óleo rico em ácido linoléico (um ácido graxo essencial), que parece auxiliar o processo antiinflamatório do organismo, além de prevenir a coagulação do sangue, o amaranto pode ser consumido por pessoas com intolância ao glúten.

Cozinhando o amaranto

Para preparar as sementes do amaranto, utiliza três partes de água para cada porção de grão. Coloque-as em água fervente e deixe por cerca de 15-20 minutos, até que a água seja absorvida. As sementes ficarão mais macias e ligeiramente viscosas.

Uma das formas mais fáceis de incorporar o amaranto na dieta é adicioná-lo a sopas ou ensopados para lhes dar consistência. A farinha de amaranto ou os flocos podem ser utilizados em massas e assados.

Fonte: Livro “A Dieta Milagrosa dos Grãos” – PUBLIFOLHA